Em 30 segundos, sem criar conta
Que apoios posso ter?
Responde a 4 perguntas rápidas e mostramos-te os apoios abertos que servem para ti, explicados em palavras simples.
Em 30 segundos, sem criar conta
Responde a 4 perguntas rápidas e mostramos-te os apoios abertos que servem para ti, explicados em palavras simples.
Se tens uma PME ou trabalhas por conta própria, podes recuperar parte do que gastas a registar marcas, design ou patentes. É um apoio da União Europeia que fecha quando o dinheiro acabar.
Se a tua PME já fez investigação com bons resultados e agora quer mostrar que a tecnologia funciona na prática (com um demonstrador ou linha-piloto), pode receber apoio para esse projeto, sozinha ou com parceiros.
Se és uma grande empresa no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve e queres investir para gastar menos energia e poluir menos, podes receber apoio para novos equipamentos e tecnologias de baixo carbono. A fase aberta é só para grandes projetos negociados com o Estado (regime contratual).
Se a tua PME no Centro, Alentejo, Algarve ou região de Lisboa quer investigar e desenvolver novos produtos ou processos, pode receber apoio para projetos a partir de 150 mil €, sozinha ou com parceiros. Candidaturas até 30 de dezembro.
Se tens um projeto que torne a tua terra mais atrativa para turistas, podes receber 60% (ou mais, no interior) a fundo perdido: até 400 mil € para câmaras e associações, ou até 200 mil € para pequenas empresas. As empresas só entram com projetos de inovação social ou integrados em estratégias PROVERE.
Se a tua empresa já tem um projeto aprovado ou candidatado ao Portugal 2030, ao PRR ou ao IFIC, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para pagar a parte do investimento que o apoio não cobre. Podes financiar até metade do investimento, desde que ponhas pelo menos 20% de capital próprio.
Se a tua empresa gasta muito em energia (pelo menos 20% dos custos de produção) ou viu as matérias-primas subirem muito, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para aguentar a tesouraria: até 100 mil € numa microempresa e até 2,5 milhões € nas maiores, a pagar em até 5 anos.
Se a tua empresa no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve quer investir para fabricar tecnologia digital, de tecnologia profunda ou biotecnologia (incluindo medicamentos críticos), pode receber um apoio a fundo perdido para esse investimento produtivo.
Se a tua empresa ou centro de investigação no Norte, Centro ou Alentejo quer desenvolver, em parceria, tecnologias limpas de energia até as conseguir produzir e vender, pode receber até 80% dos custos de investigação. Só é possível em consórcio com outras empresas ou entidades.
Se a tua empresa no Norte, Centro ou Alentejo quer investir para fabricar tecnologias de energia limpa (ou peças e componentes para elas), pode receber um apoio a fundo perdido para esse investimento produtivo inovador.
Se a tua empresa ou centro de investigação no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve quer desenvolver, em parceria, tecnologia digital ou biotecnologia até ao ponto de a produzir e vender, pode receber até 80% dos custos de investigação. Só em consórcio.
Se tens uma empresa no Alentejo, podes receber um apoio a fundo perdido para usar recursos de forma mais eficiente e reaproveitar materiais na produção. Este financiamento cobre entre 40% e 50% dos custos, com possibilidade de aumentos no Alto Alentejo, para investimentos de pelo menos 200 000 euros. Tens até 24 meses para concretizar o projeto.
Se tens uma pequena empresa ou és empresário em nome individual no Alentejo, com menos de 3 anos de atividade e focada em tecnologia ou criatividade, podes pedir este apoio. Vais conseguir um financiamento a fundo perdido para cobrir até 75% dos teus gastos, com um valor máximo de 1 milhão de euros, podendo chegar aos 2 milhões se a tua empresa for inovadora.
Se tens uma empresa no Alentejo (fora das zonas de baixa densidade) com contabilidade organizada, podes receber um apoio a fundo perdido de até 50% para contratar profissionais com ensino superior. A ajuda serve para trazer licenciados, mestres ou doutorados para a tua equipa, ajudando o teu negócio a inovar e a avançar na transição digital e energética.
Se tens uma empresa no Alentejo, numa zona de baixa densidade, podes receber um apoio a fundo perdido para contratar trabalhadores muito qualificados, como licenciados, mestres ou doutorados. O programa financia até 50% dos custos para te ajudar a inovar e a acelerar a transição digital e energética do teu negócio.
Se a tua empresa gasta dinheiro em investigação e desenvolvimento, pode recuperar uma boa parte (até 82,5%) através de um desconto no IRC. A candidatura sobre as despesas de 2026 faz-se na plataforma da ANI até 31 de maio de 2027.
Se tens uma empresa ou trabalhas por conta própria, podes pedir ao banco crédito com garantia pública, o que torna mais fácil conseguir o empréstimo e em melhores condições. Serve para o dia a dia, para crescer, para comprar outra empresa ou para arrancar com um negócio recém-criado.
Se tens dificuldade em arranjar emprego ou crédito e queres começar ou aumentar um pequeno negócio, podes pedir um microcrédito até 20 mil € com garantia e juros mais baixos, e ter ajuda gratuita para preparar o projeto. Jovens desempregados têm prioridade.
Se a tua empresa investe em máquinas, equipamentos ou tecnologia nova, pode descontar no IRC até 30% desse investimento (nas regiões menos desenvolvidas), e às vezes ter isenções de IMI, IMT e Imposto do Selo. Não há candidatura: é feito pelo contabilista na declaração de IRC.
Se tens uma empresa ou cooperativa em Portugal e aumentaste o seu capital próprio, podes descontar esse esforço nos impostos a pagar sobre os lucros. A redução no imposto é calculada com base na taxa Euribor a 12 meses somada a 2 pontos percentuais sobre o valor investido, até um limite máximo de 4 milhões de euros por ano.
Pré-seleção automática: confirma sempre as condições no aviso oficial antes de te candidatares.
Cria uma conta grátis para guardar projetos, ver a compatibilidade detalhada e acompanhar prazos.
Criar conta grátis