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Se tens uma empresa ou cooperativa nos Açores, podes receber um apoio que não tens de devolver para fazer investimentos que ajudem a vender bens e serviços para fora da região. O incentivo financia até 70% dos custos se fores uma micro ou pequena empresa, 60% se fores média e 50% se fores grande, desde que garantas pelo menos 25% com capitais próprios. podes candidatar-te até 30 de novembro de 2026.
Se estás nas ilhas Terceira ou Graciosa (Açores), podes receber entre 50% e 100% a fundo perdido para projetos ligados ao mar: até 50 mil € de investimento para negócios e até 100 mil € para entidades sem fins lucrativos.
Se a tua PME já fez investigação com bons resultados e agora quer mostrar que a tecnologia funciona na prática (com um demonstrador ou linha-piloto), pode receber apoio para esse projeto, sozinha ou com parceiros.
Se és uma grande empresa no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve e queres investir para gastar menos energia e poluir menos, podes receber apoio para novos equipamentos e tecnologias de baixo carbono. A fase aberta é só para grandes projetos negociados com o Estado (regime contratual).
Se a tua PME no Centro, Alentejo, Algarve ou região de Lisboa quer investigar e desenvolver novos produtos ou processos, pode receber apoio para projetos a partir de 150 mil €, sozinha ou com parceiros. Candidaturas até 30 de dezembro.
Se a tua empresa gasta muito em energia (pelo menos 20% dos custos de produção) ou viu as matérias-primas subirem muito, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para aguentar a tesouraria: até 100 mil € numa microempresa e até 2,5 milhões € nas maiores, a pagar em até 5 anos.
Se a tua empresa no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve quer investir para fabricar tecnologia digital, de tecnologia profunda ou biotecnologia (incluindo medicamentos críticos), pode receber um apoio a fundo perdido para esse investimento produtivo.
Se a tua empresa no Norte, Centro ou Alentejo quer investir para fabricar tecnologias de energia limpa (ou peças e componentes para elas), pode receber um apoio a fundo perdido para esse investimento produtivo inovador.
Se a tua empresa ou centro de investigação no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve quer desenvolver, em parceria, tecnologia digital ou biotecnologia até ao ponto de a produzir e vender, pode receber até 80% dos custos de investigação. Só em consórcio.
Se vives ou tens atividade nas freguesias costeiras de Matosinhos, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde abrangidas, podes receber apoio a fundo perdido para projetos ligados ao mar, à pesca e à aquicultura: criar negócio, inovar, poupar energia ou valorizar o património.
Se tens uma empresa no Alentejo, podes receber um apoio a fundo perdido para usar recursos de forma mais eficiente e reaproveitar materiais na produção. Este financiamento cobre entre 40% e 50% dos custos, com possibilidade de aumentos no Alto Alentejo, para investimentos de pelo menos 200 000 euros. Tens até 24 meses para concretizar o projeto.
Se tens um negócio no Algarve, podes receber uma ajuda a fundo perdido de 60% para tornar a tua atividade mais sustentável. Este apoio financia projetos até 200 000 € focados na eficiência energética e no corte de emissões, com prioridade para os setores do turismo e da indústria.
Se a tua empresa gasta dinheiro em investigação e desenvolvimento, pode recuperar uma boa parte (até 82,5%) através de um desconto no IRC. A candidatura sobre as despesas de 2026 faz-se na plataforma da ANI até 31 de maio de 2027.
Se a tua empresa investe em máquinas, equipamentos ou tecnologia nova, pode descontar no IRC até 30% desse investimento (nas regiões menos desenvolvidas), e às vezes ter isenções de IMI, IMT e Imposto do Selo. Não há candidatura: é feito pelo contabilista na declaração de IRC.
Se tens uma micro ou pequena empresa com espaço na região do Cávado, podes pedir este apoio a fundo perdido para criar, expandir ou modernizar o teu negócio. A ajuda cobre entre 40% e 60% do dinheiro que investires, em projetos com despesas a partir de 25 000 € e até menos de 300 000 €.
Se tens uma empresa na Madeira, podes receber um apoio a fundo perdido para ajudar a pagar as tuas despesas de funcionamento e manter ou criar postos de trabalho. Este dinheiro não tem de ser devolvido e pode chegar aos 20.000 € se tiveres uma microempresa, ou até aos 25.000 € no caso das restantes empresas.
Se tens uma PME ou trabalhas por conta própria, podes recuperar parte do que gastas a registar marcas, design ou patentes. É um apoio da União Europeia que fecha quando o dinheiro acabar.
Se tens uma micro ou pequena empresa nas Terras de Trás-os-Montes, podes receber 60% a fundo perdido para investir entre 25 mil € e 300 mil € em criar, expandir ou modernizar o negócio. Candidaturas até 21 de dezembro.
Se a tua empresa, negócio em nome individual ou entidade local sofreu estragos com a tempestade Kristin num concelho em situação de calamidade, podes pedir ao banco crédito com garantia pública até ao valor total dos danos (descontado o que o seguro pagar), a pagar em até 10 anos.
Se tens um negócio, trabalhas por conta própria ou geres uma entidade afetada pela tempestade Kristin numa zona em calamidade, podes aceder a um empréstimo com garantia pública de até 80% para recuperar a tua tesouraria. O crédito chega aos 100 000 € para microempresas e aos 500 000 € para pequenas empresas, havendo valores superiores para negócios maiores. O apoio também está disponível para quem faz extração da madeira afetada pela tempestade no continente.
Se a tua empresa já tem um projeto aprovado ou candidatado ao Portugal 2030, ao PRR ou ao IFIC, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para pagar a parte do investimento que o apoio não cobre. Podes financiar até metade do investimento, desde que ponhas pelo menos 20% de capital próprio.
Se tens uma empresa no Alentejo (fora das zonas de baixa densidade) com contabilidade organizada, podes receber um apoio a fundo perdido de até 50% para contratar profissionais com ensino superior. A ajuda serve para trazer licenciados, mestres ou doutorados para a tua equipa, ajudando o teu negócio a inovar e a avançar na transição digital e energética.
Se tens uma empresa no Alentejo, numa zona de baixa densidade, podes receber um apoio a fundo perdido para contratar trabalhadores muito qualificados, como licenciados, mestres ou doutorados. O programa financia até 50% dos custos para te ajudar a inovar e a acelerar a transição digital e energética do teu negócio.
Se tens uma empresa ou trabalhas por conta própria, podes pedir ao banco crédito com garantia pública, o que torna mais fácil conseguir o empréstimo e em melhores condições. Serve para o dia a dia, para crescer, para comprar outra empresa ou para arrancar com um negócio recém-criado.
Se tens dificuldade em arranjar emprego ou crédito e queres começar ou aumentar um pequeno negócio, podes pedir um microcrédito até 20 mil € com garantia e juros mais baixos, e ter ajuda gratuita para preparar o projeto. Jovens desempregados têm prioridade.
Se tens uma empresa ou cooperativa em Portugal e aumentaste o seu capital próprio, podes descontar esse esforço nos impostos a pagar sobre os lucros. A redução no imposto é calculada com base na taxa Euribor a 12 meses somada a 2 pontos percentuais sobre o valor investido, até um limite máximo de 4 milhões de euros por ano.
Pré-seleção automática: confirma sempre as condições no aviso oficial antes de te candidatares.
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