Atualizado todos os dias
Apoios nos Açores
Apoios abertos nos Açores: primeiro os do programa regional e outros só para esta região, depois os nacionais, que também te servem.
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Apoios abertos nos Açores: primeiro os do programa regional e outros só para esta região, depois os nacionais, que também te servem.
17 apoios abertos
Se vives ou trabalhas nas ilhas de Santa Maria ou São Miguel (Açores), podes receber até 100% a fundo perdido para projetos de formação ligada ao mar, atividades culturais e valorização dos produtos da terra. Podem candidatar-se pessoas, empresas e associações.
Se tens uma empresa ou és empresário em nome individual nos Açores, incluindo no comércio ou na restauração, podes receber um apoio a fundo perdido de até 65% para investires no teu negócio. Precisas de financiar pelo menos 20% do investimento com capitais próprios e podes ainda receber um prémio extra em função dos teus resultados. Podes candidatar-te até 30 de novembro de 2026.
Se tens uma empresa ou cooperativa nos Açores, podes receber um apoio que não tens de devolver para fazer investimentos que ajudem a vender bens e serviços para fora da região. O incentivo financia até 70% dos custos se fores uma micro ou pequena empresa, 60% se fores média e 50% se fores grande, desde que garantas pelo menos 25% com capitais próprios. podes candidatar-te até 30 de novembro de 2026.
Se estás nas ilhas Terceira ou Graciosa (Açores), podes receber entre 50% e 100% a fundo perdido para projetos ligados ao mar: até 50 mil € de investimento para negócios e até 100 mil € para entidades sem fins lucrativos.
Se a tua PME já fez investigação com bons resultados e agora quer mostrar que a tecnologia funciona na prática (com um demonstrador ou linha-piloto), pode receber apoio para esse projeto, sozinha ou com parceiros.
Se tens um projeto que torne a tua terra mais atrativa para turistas, podes receber 60% (ou mais, no interior) a fundo perdido: até 400 mil € para câmaras e associações, ou até 200 mil € para pequenas empresas. As empresas só entram com projetos de inovação social ou integrados em estratégias PROVERE.
Se a tua empresa já tem um projeto aprovado ou candidatado ao Portugal 2030, ao PRR ou ao IFIC, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para pagar a parte do investimento que o apoio não cobre. Podes financiar até metade do investimento, desde que ponhas pelo menos 20% de capital próprio.
Se a tua empresa gasta muito em energia (pelo menos 20% dos custos de produção) ou viu as matérias-primas subirem muito, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para aguentar a tesouraria: até 100 mil € numa microempresa e até 2,5 milhões € nas maiores, a pagar em até 5 anos.
Se a tua empresa gasta dinheiro em investigação e desenvolvimento, pode recuperar uma boa parte (até 82,5%) através de um desconto no IRC. A candidatura sobre as despesas de 2026 faz-se na plataforma da ANI até 31 de maio de 2027.
Se tens uma empresa ou trabalhas por conta própria, podes pedir ao banco crédito com garantia pública, o que torna mais fácil conseguir o empréstimo e em melhores condições. Serve para o dia a dia, para crescer, para comprar outra empresa ou para arrancar com um negócio recém-criado.
Se estás a receber subsídio de desemprego, podes pedir para receber de uma só vez todo o dinheiro que ainda te falta receber, para criares o teu próprio emprego a tempo inteiro. Tens de apresentar um projeto viável no centro de emprego; a resposta demora, em regra, 60 a 90 dias úteis.
Se tens dificuldade em arranjar emprego ou crédito e queres começar ou aumentar um pequeno negócio, podes pedir um microcrédito até 20 mil € com garantia e juros mais baixos, e ter ajuda gratuita para preparar o projeto. Jovens desempregados têm prioridade.
Se a tua empresa investe em máquinas, equipamentos ou tecnologia nova, pode descontar no IRC até 30% desse investimento (nas regiões menos desenvolvidas), e às vezes ter isenções de IMI, IMT e Imposto do Selo. Não há candidatura: é feito pelo contabilista na declaração de IRC.
Se te mudares para o interior do país para trabalhar ou criar o teu próprio emprego, recebes cerca de 3 760 € (ou 2 686 € com contrato a prazo), mais 20% por cada familiar que vá contigo e 806 € para a mudança. Pedes no iefponline até 180 dias depois de começares.
Se estás desempregado e inscrito no centro de emprego, podes contar com ajuda gratuita para criar a tua própria empresa ou posto de trabalho. Recebes apoio para construir o teu plano de negócio e, durante os primeiros dois anos, tens acompanhamento e consultoria de gestão.
Se estás inscrito no centro de emprego (desempregado, à procura do primeiro emprego até aos 35 anos, ou a trabalhar por conta própria com rendimentos baixos), podes pedir ao banco um empréstimo com garantia e juros mais baixos para criar a tua pequena empresa: até 20 mil € (MICROINVEST) ou até 100 mil € (INVEST+), sem pagar nada no 1.º ano.
Se tens uma empresa ou cooperativa em Portugal e aumentaste o seu capital próprio, podes descontar esse esforço nos impostos a pagar sobre os lucros. A redução no imposto é calculada com base na taxa Euribor a 12 meses somada a 2 pontos percentuais sobre o valor investido, até um limite máximo de 4 milhões de euros por ano.
Informação indicativa: confirma sempre as condições no aviso oficial antes de te candidatares.