Atualizado todos os dias
Apoios no Algarve
Apoios abertos no Algarve: primeiro os do programa regional e outros só para esta região, depois os nacionais, que também te servem.
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Apoios abertos no Algarve: primeiro os do programa regional e outros só para esta região, depois os nacionais, que também te servem.
20 apoios abertos
Se és uma grande empresa no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve e queres investir para gastar menos energia e poluir menos, podes receber apoio para novos equipamentos e tecnologias de baixo carbono. A fase aberta é só para grandes projetos negociados com o Estado (regime contratual).
Se a tua PME no Centro, Alentejo, Algarve ou região de Lisboa quer investigar e desenvolver novos produtos ou processos, pode receber apoio para projetos a partir de 150 mil €, sozinha ou com parceiros. Candidaturas até 30 de dezembro.
Se a tua empresa no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve quer investir para fabricar tecnologia digital, de tecnologia profunda ou biotecnologia (incluindo medicamentos críticos), pode receber um apoio a fundo perdido para esse investimento produtivo.
Se a tua empresa ou centro de investigação no Norte, Centro, Alentejo ou Algarve quer desenvolver, em parceria, tecnologia digital ou biotecnologia até ao ponto de a produzir e vender, pode receber até 80% dos custos de investigação. Só em consórcio.
Se és uma associação empresarial, câmara de comércio ou centro de investigação no Algarve, podes receber até 70% do custo de ações que ajudem a criar novas empresas ligadas ao conhecimento e à tecnologia. Não é para empresas individuais: é para quem organiza iniciativas para muitas empresas ao mesmo tempo.
Se és uma associação empresarial, câmara de comércio ou entidade pública no Algarve, podes receber 75% (até 80%) do custo de ações que ajudem as empresas da região a gastar menos energia e a poluir menos. É para iniciativas coletivas, não para uma empresa sozinha.
Se tens um negócio no Algarve, podes receber uma ajuda a fundo perdido de 60% para tornar a tua atividade mais sustentável. Este apoio financia projetos até 200 000 € focados na eficiência energética e no corte de emissões, com prioridade para os setores do turismo e da indústria.
Se a tua PME já fez investigação com bons resultados e agora quer mostrar que a tecnologia funciona na prática (com um demonstrador ou linha-piloto), pode receber apoio para esse projeto, sozinha ou com parceiros.
Se tens um projeto que torne a tua terra mais atrativa para turistas, podes receber 60% (ou mais, no interior) a fundo perdido: até 400 mil € para câmaras e associações, ou até 200 mil € para pequenas empresas. As empresas só entram com projetos de inovação social ou integrados em estratégias PROVERE.
Se a tua empresa já tem um projeto aprovado ou candidatado ao Portugal 2030, ao PRR ou ao IFIC, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para pagar a parte do investimento que o apoio não cobre. Podes financiar até metade do investimento, desde que ponhas pelo menos 20% de capital próprio.
Se a tua empresa gasta muito em energia (pelo menos 20% dos custos de produção) ou viu as matérias-primas subirem muito, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para aguentar a tesouraria: até 100 mil € numa microempresa e até 2,5 milhões € nas maiores, a pagar em até 5 anos.
Se a tua empresa gasta dinheiro em investigação e desenvolvimento, pode recuperar uma boa parte (até 82,5%) através de um desconto no IRC. A candidatura sobre as despesas de 2026 faz-se na plataforma da ANI até 31 de maio de 2027.
Se tens uma empresa ou trabalhas por conta própria, podes pedir ao banco crédito com garantia pública, o que torna mais fácil conseguir o empréstimo e em melhores condições. Serve para o dia a dia, para crescer, para comprar outra empresa ou para arrancar com um negócio recém-criado.
Se estás a receber subsídio de desemprego, podes pedir para receber de uma só vez todo o dinheiro que ainda te falta receber, para criares o teu próprio emprego a tempo inteiro. Tens de apresentar um projeto viável no centro de emprego; a resposta demora, em regra, 60 a 90 dias úteis.
Se tens dificuldade em arranjar emprego ou crédito e queres começar ou aumentar um pequeno negócio, podes pedir um microcrédito até 20 mil € com garantia e juros mais baixos, e ter ajuda gratuita para preparar o projeto. Jovens desempregados têm prioridade.
Se a tua empresa investe em máquinas, equipamentos ou tecnologia nova, pode descontar no IRC até 30% desse investimento (nas regiões menos desenvolvidas), e às vezes ter isenções de IMI, IMT e Imposto do Selo. Não há candidatura: é feito pelo contabilista na declaração de IRC.
Se te mudares para o interior do país para trabalhar ou criar o teu próprio emprego, recebes cerca de 3 760 € (ou 2 686 € com contrato a prazo), mais 20% por cada familiar que vá contigo e 806 € para a mudança. Pedes no iefponline até 180 dias depois de começares.
Se estás desempregado e inscrito no centro de emprego, podes contar com ajuda gratuita para criar a tua própria empresa ou posto de trabalho. Recebes apoio para construir o teu plano de negócio e, durante os primeiros dois anos, tens acompanhamento e consultoria de gestão.
Se estás inscrito no centro de emprego (desempregado, à procura do primeiro emprego até aos 35 anos, ou a trabalhar por conta própria com rendimentos baixos), podes pedir ao banco um empréstimo com garantia e juros mais baixos para criar a tua pequena empresa: até 20 mil € (MICROINVEST) ou até 100 mil € (INVEST+), sem pagar nada no 1.º ano.
Se tens uma empresa ou cooperativa em Portugal e aumentaste o seu capital próprio, podes descontar esse esforço nos impostos a pagar sobre os lucros. A redução no imposto é calculada com base na taxa Euribor a 12 meses somada a 2 pontos percentuais sobre o valor investido, até um limite máximo de 4 milhões de euros por ano.
Informação indicativa: confirma sempre as condições no aviso oficial antes de te candidatares.