Atualizado todos os dias
Apoios na Madeira
Apoios abertos na Madeira: primeiro os do programa regional e outros só para esta região, depois os nacionais, que também te servem.
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14 apoios abertos
Se tens uma empresa na Madeira, podes receber um apoio a fundo perdido para ajudar a pagar as tuas despesas de funcionamento e manter ou criar postos de trabalho. Este dinheiro não tem de ser devolvido e pode chegar aos 20.000 € se tiveres uma microempresa, ou até aos 25.000 € no caso das restantes empresas.
Se a tua PME já fez investigação com bons resultados e agora quer mostrar que a tecnologia funciona na prática (com um demonstrador ou linha-piloto), pode receber apoio para esse projeto, sozinha ou com parceiros.
Se tens um projeto que torne a tua terra mais atrativa para turistas, podes receber 60% (ou mais, no interior) a fundo perdido: até 400 mil € para câmaras e associações, ou até 200 mil € para pequenas empresas. As empresas só entram com projetos de inovação social ou integrados em estratégias PROVERE.
Se a tua empresa já tem um projeto aprovado ou candidatado ao Portugal 2030, ao PRR ou ao IFIC, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para pagar a parte do investimento que o apoio não cobre. Podes financiar até metade do investimento, desde que ponhas pelo menos 20% de capital próprio.
Se a tua empresa gasta muito em energia (pelo menos 20% dos custos de produção) ou viu as matérias-primas subirem muito, podes pedir ao banco um empréstimo com garantia pública para aguentar a tesouraria: até 100 mil € numa microempresa e até 2,5 milhões € nas maiores, a pagar em até 5 anos.
Se a tua empresa gasta dinheiro em investigação e desenvolvimento, pode recuperar uma boa parte (até 82,5%) através de um desconto no IRC. A candidatura sobre as despesas de 2026 faz-se na plataforma da ANI até 31 de maio de 2027.
Se tens uma empresa ou trabalhas por conta própria, podes pedir ao banco crédito com garantia pública, o que torna mais fácil conseguir o empréstimo e em melhores condições. Serve para o dia a dia, para crescer, para comprar outra empresa ou para arrancar com um negócio recém-criado.
Se estás a receber subsídio de desemprego, podes pedir para receber de uma só vez todo o dinheiro que ainda te falta receber, para criares o teu próprio emprego a tempo inteiro. Tens de apresentar um projeto viável no centro de emprego; a resposta demora, em regra, 60 a 90 dias úteis.
Se tens dificuldade em arranjar emprego ou crédito e queres começar ou aumentar um pequeno negócio, podes pedir um microcrédito até 20 mil € com garantia e juros mais baixos, e ter ajuda gratuita para preparar o projeto. Jovens desempregados têm prioridade.
Se a tua empresa investe em máquinas, equipamentos ou tecnologia nova, pode descontar no IRC até 30% desse investimento (nas regiões menos desenvolvidas), e às vezes ter isenções de IMI, IMT e Imposto do Selo. Não há candidatura: é feito pelo contabilista na declaração de IRC.
Se te mudares para o interior do país para trabalhar ou criar o teu próprio emprego, recebes cerca de 3 760 € (ou 2 686 € com contrato a prazo), mais 20% por cada familiar que vá contigo e 806 € para a mudança. Pedes no iefponline até 180 dias depois de começares.
Se estás desempregado e inscrito no centro de emprego, podes contar com ajuda gratuita para criar a tua própria empresa ou posto de trabalho. Recebes apoio para construir o teu plano de negócio e, durante os primeiros dois anos, tens acompanhamento e consultoria de gestão.
Se estás inscrito no centro de emprego (desempregado, à procura do primeiro emprego até aos 35 anos, ou a trabalhar por conta própria com rendimentos baixos), podes pedir ao banco um empréstimo com garantia e juros mais baixos para criar a tua pequena empresa: até 20 mil € (MICROINVEST) ou até 100 mil € (INVEST+), sem pagar nada no 1.º ano.
Se tens uma empresa ou cooperativa em Portugal e aumentaste o seu capital próprio, podes descontar esse esforço nos impostos a pagar sobre os lucros. A redução no imposto é calculada com base na taxa Euribor a 12 meses somada a 2 pontos percentuais sobre o valor investido, até um limite máximo de 4 milhões de euros por ano.
Informação indicativa: confirma sempre as condições no aviso oficial antes de te candidatares.